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quarta-feira, 8 de maio de 2013

O SEMELHANTE



soneto



                          O SEMELHANTE



            Os dias passaram, de noites duvidosas, tardes de incertezas
            O brilho nos meus olhos demonstravam minha esperança
            Quando os dias passaram, as estrelas radiantes não    duvidavam a noite; a tarde, as flores exalavam odores; era aliança...
            Mas nada me ajudava; nem a natureza!


             O que acontecia com o meu coração desumano?
             Triste fim, pensava eu. Pobre coração desiludido
             Não havia motivos para risos. Viva no elo perdido.
             A resposta que não vinha, podia dizer: vivo por engano

            O brilho dos meus olhos demonstravam minha agonia
            Difícil de entende, não havia explicação, eles, voar me viam
            Brincando, cantando... Parecendo: ventos e beijos e alegria

            Ninguém melhor, só eu me conhecia; Faltava harmonia
            A lua encontrou o sol. Meu rio encontrou o mar
            Neste encontro: O amor, a paz e meu semelhante: Realizou-se o desejo... Bela sintonia!
              
            

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