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sábado, 12 de agosto de 2017

TRANS - TRANSEXUAL É O BICHO?

CRÔNICA



TRANS - TRANSEXUAL É O BICHO?

O Tema em voga hoje na sociedade brasileira é: TRANSEXUALIDADE. um tema que tem que ser tratado com muito tato, sob pena de passar por ignorante, preconceituoso ou homofóbico ( termo usado para rejeição ou aversão a homossexual e à homossexualidade), OU SEJA, a sociedade não tem o direito de ter aversão ( ódio, repulsão, antipatia). Mas, por que a sociedade não pode ter aversão à transexualidade? Talvez porque os termos para aversão seja um termo que dissemina o auto controle. O que leva uma sociedade não ter controle sobre seus sentimentos? Claro que uma pessoa pode ter ódio por isso ou aquilo, gostar disso ou daquilo, repudiar isso ou aquilo, ter antipatia por algo ou não. Contudo, nada disso permite e/ou dá direito a alguém ser violento para com o próximo. Se uma pessoa só consegue ser contra agredindo e não respeitando, algo está errado. A lei manda que se puna o agressor, já que a violência é inaceitável principalmente fisicamente. O que não se pode exigir da sociedade também , é que ela aceite como normal a vontade transviada de qualquer segmento. Não importa - ( ou importa?) e por que não importa?) - em que o ser humano queira se transformar, se o homem se transforma em lobisomem, se a mulher se transforma em loba, se o macho quer se transformar em fêmea e se a fêmea que se transformar em macho. Não me refiro à questão de gosto ou se as pessoas nascem com a tendência a querer ser o que não é; Não me refiro se seja um transtorno doentio ou não, o fato é que quando se gosta do sexo oposto, isso tem que ser encarado como uma questão pessoal. E uma questão pessoal está além de ser certo ou errado. Certo seria uma pessoa nascer com dois órgãos genitais; possibilitando assim, o ser humano escolher usar um ou outro. Será que uma pessoa que se diz transgênico nascendo com dois sexo optaria por qual gênero? Vamos entender, então ... Ah, mas eu nasci apenas com um, por isso eu me sinto outra pessoa. Eu nasci homem e me sinto mulher... / ...Eu nasci mulher e me vejo como homem. Isto significa que se a pessoa nascesse com dois sexo, ia querer ser o que? Dos dois um, ou se matava ou vivia a vida toda que não queria ser nenhum dos dois... e que nome daria para uma pessoa que não quisesse ter nenhum sexo? A sociedade teria que aceitar também? Hipócrita não é apenas a sociedade, hipócrita também é quem quer viver segundo às suas vontades forçando os outros acharem normal o que realmente não é normal. E não me refiro no sentido religioso não, porque até a religião já alega que Deus é amor, e por isso ele ama tudo que o ser humano faz para ter paz e amor. Porém em nenhum momento ler Sua palavra para entender o que significa a palavra AMOR. Cada um tem o direito de viver segundo à sua própria vontade ou gosto. Quem gosta de limão, tem o direito de gostar também de café. Quem gosta de café tem todo direito de não gostar de leite. Se os direitos são iguais por que eu tenho que concordar com o que os outros gostam? Temos que entender que uma reta nunca é uma curva e que uma curva nunca é uma reta. Um bom exemplo, é o fato de um homem não poder casar ( ou viver) com duas mulheres, ou uma mulher casar (ou viver) com dois homens. O que leva a sociedade não aceitar tal procedimento? Apesar que aqui ou ali, é possível que haja caso nesse sentido mas, isso NÃO torna uma coisa natural ou normal e até correta? Você deve falar por você; Eu falo por mim. Todos devem falar por si, e não impor à sociedade o que se acha ser direito ou errado. Alguém já viu um ladrão roubar e ir à público dizer que fez a coisa certa, ou implorar para sociedade que aceite o roubo como a coisa boa e correta? O que a sociedade deve ter em mente é que não importa a decisão de cada um e desde que não prejudique o próximo, esta decisão deve ser respeitada, nem que para isso o sujeito viva à margem do que é correto. O respeito é o único fator inibidor da violência. Se uma mulher acredita que ser feliz é se relacionado com outra... que viva essa relação. Se um homem acredita que ser feliz é se relacionando com outro que viva. Se a pessoa nasceu com um corpo e que ter o corpo do sexo-oposto, que tenha. O que não se pode é querer empurrar para sociedade que dois mais dois são cinco. Também se deve respeitar o gosto de quem é contra, tal qual de quem é a favor. Se contra ou a favor não é homofobia, homofobia é agir com violência a qualquer tipo de sentimento.


Transexualidade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Transgeneridade.
Transexualidade refere-se à condição do indivíduo cuja identidade de gênero difere daquela designada no nascimento e que procura fazer a transição para o gênero oposto através de intervenção médica,[1] podendo ser redesignação sexual ou apenas feminilização/masculinização dependendo do gênero a ser transicionado (administração de hormônios e cirurgia de redesignação sexual).
França, onde a transexualidade deixou de ser considerada como transtorno mental em 2010, foi o primeiro país a tomar esta decisão.[2] Em 2013, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que iria retirar a transexualidade da lista de transtornos mentais da próxima edição de sua Classificação Estatística Internacional de Doenças(CID).[3]

Definições[editar | editar código-fonte]

O indivíduo transexual não deve ter o transtorno como sintoma de um distúrbio mental, tal como esquizofrenia, nem estar associado a qualquer condição intersexual, genética ou do cromossomo sexual[4] e à persistência do transtorno durante um longo período de tempo, que a OMS quantifica como no mínimo de dois anos.[4] Alguns consideram que as mudanças provocadas por tratamento hormonal, sem alterações cirúrgicas, são suficientes para qualificar o uso do termo transexual. Outros, especialmente agentes de saúde, acreditam que existe um conjunto de procedimentos, que engloba psicoterapia, hormonioterapia e cirurgia que devem ser seguidos de acordo cada caso e não de forma padronizada para todos.
O público em geral muitas vezes define "transexual” como alguém que fez ou planeja fazer uma cirurgia de "mudança de sexo". Uma definição mais simples, utilizada por alguns autores, considera como transexual alguém que se identifica com o gênero oposto.[5] O termo corrente para definir mudanças de características sexuais é Cirurgia de Reatribuição Sexual - CRS (Sex Reassignment Surgery - SRS, em inglês), um termo que reflete a idéia de que as pessoas transexuais não estão “mudando de sexo”, mas corrigindo seus corpos. Entretanto, tem sido comumente aceito que o desejo de pertencer ao gênero oposto, ou a afirmação de que determinada pessoa é do gênero oposto ao gênero designado no nascimento, já é condição suficiente para alguém ser transexual. Em contraste, algumas pessoas transgêneros muitas vezes não se identificam como sendo ou querendo pertencer ao gênero oposto, mas como sendo ou querendo ser do gênero oposto.
Transexualidade (também conhecida como neurodiscordância de gênero) é um termo entre os comportamentos ou estados que abrigam o termo transgênero. Transgênero é considerado um termo guarda-chuva para pessoas que fogem dos papéis sociais de gênero. Entretanto muitas pessoas da comunidade transexual não se identificam como transgênero. Alguns vêem transgênero como descaracterização e não reconhecimento de suas identidades porque, para estes, o termo significa uma "quebra de papéis sociais de gênero", quando de fato vêem a si mesmos como pertencendo a um papel de gênero diferente do que lhes foi designado no nascimento.
Pessoas transexuais são muitas vezes definidas como pertencentes à comunidade GLBTT ou queer e alguns se identificam dentro da comunidade; outros não, ou preferem não usar o termo. Deve ser ressaltado que a transexualidade não está associada ou é dependente da orientação sexualMulheres e homens transexuais exibem uma gama de orientações sexuais, da mesma forma que os cissexuais (não-transexuais). Eles sempre usam termos para sua orientação sexual que estejam relacionados com o gênero final. Por exemplo, alguém designado como do gênero masculino no nascimento, mas que se identifica a si como uma mulher e que é atraída tão somente por homens, irá identificar-se como heterossexual, não como gay; da mesma forma, alguém que foi designado como do sexo feminino no nascimento, se identifica como homem e prefere parceiros homens irá se identificar como gay, não como heterossexual.
Em outra abordagem, velhos textos médicos descrevem, com frequência, a transexualidade como uma variante da orientação sexual em relação ao sexo designado e não como uma variante do gênero ou da identidade; em outras palavras, referem-se a uma transexual MtF (de Homem para Mulher, do inglês Male-to-Female) que é atraída por homens como "um homossexual transexual masculino". Atualmente considera-se os termos MtF e FtM como cientificamente imprecisos e clinicamente insensíveis. Hoje tais pessoas seriam chamadas, e provavelmente se identificam, como uma mulher trans-heterossexual (para MtF) e vice-versa para FtM.
Um certo número de pessoas de fora da comunidade transexual mantém o uso de termos em referência a pessoas transexuais associado com seu sexo de nascimento (por exemplo, chamando uma mulher transexual como "ele"). Esse uso é considerado no mínimo uma insensibilidade. Travestis, que sequer almejam uma cirurgia de reatribuição de sexo, preferem ser chamadas como "elas" no convívio social.
Transexualidade não deve ser confundida com crossdressing ou com o comportamento drag queen, que podem ser descritos como transgêneros, mas não transexuais, também, o fetichismo da travestilidade normalmente não tem quase nada, ou nada, a ver com transexualidade, pois não apresenta o desejo real pela mudança de sexo. Nessa mesma linha também é necessário separar o fetichismo da travestibilidade das travestis que se identificam, de forma contumaz, com o sexo oposto ao do nascimento.

Terminologia[editar | editar código-fonte]

O gênero dos termos usados para descrever pessoas transexuais sempre se refere ao gênero-alvo. Por exemplo, um homem transexual é alguém que foi identificado como fêmea no nascimento em virtude de seus genitais, mas identifica-se como um homem que está em transição para um papel social de gênero masculino e um corpo reatribuído como masculino (um termo alternativo usado em inglês é transexual FtM - female-to-male transsexual - ou homem transexual).


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